Natural da cidade de Colombo, região metropolitana de Curitiba, no Paraná, Thiala Arlequina descobriu seu talento artístico ainda na infância. ? Em 2016, com o EP Mente Suicida, ela se profissionalizou como cantora de eletrofunk, uma vertente funkeira bem típica no sul do Brasil. ?

Com palavras ácidas, Thiala dispara seus discurso engajado (imagem/Divulgação)

Nos primeiros trabalhos, Thiala investiu nas letras jocosas e sensuais do funk. ?️ Com o tempo, a artista foi moldando seu discurso e assumindo o engajamento tradicional do rap. ? Na música Click Clack Boom, por exemplo, a metralhadora giratória da Arlequina dispara os seguintes versos:

“Ninguém sabe de nada/Não tem opinião do que acontece/No caminho pra evolução/As pessoas se perdem/No meio de tanta ilusão/Com os olhos sempre abertos/Mas sem nenhuma visão/Criadores de conteúdo/Conteúdo tem de montão/Tudo é tão vazio/Tudo é sem razão”

Com pouco mais de dois anos e 4 EPs na bagagem, Thiala tem construído uma carreira pautada pelo hibridismo do eletrofunk com o hip hop. ⭐ Logo no título, singles como Inversão de Valores, O que Você Fez da Vida e A Coragem Vem de Berço mostram que ela realmente quer fazer música para se dançar com o corpo e com a mente. ?️

Com um som vigoroso e letras que exalam “atitude”, Thiala está longe de ser uma típica variação do mesmo tema. ? Para o surto de alguns, ela é a prova viva de que há artistas dispostos a descobrirem diferentes formas de “lacrar”. ?? Brilhe e voe alto, Arlequina, pois é tudo seu!