Ao longo dos anos, a forma como fazemos divulgação de música mudou. Enquanto no passado, por exemplo, dependíamos da rádio e da TV para viralizar, hoje, as redes sociais ocupam esse papel. E sabe o que é melhor? Além de mais democrático, não é preciso grandes verbas para dar certo.

Logo, para artistas independentes, dá outras opções além do networking e produções elaboradas que podem ser difíceis para quem está começando. E aí, ficou curioso ou curiosa para saber mais desses formatos e conhecer as novas formas de divulgação? Entenda a seguir!

Conheça as novas formas de divulgação de música

Redes sociais, streaming, lives ou, até mesmo, novas tecnologias. A forma com que fazemos divulgação de música mudou bastante nos últimos anos. Não só por causa da pandemia, que acelerou a digitalização, como pelas novas formas de fazer marketing. Pensando nisso, separamos, a seguir, algumas dessas mudanças. Logo, esperamos que você goste!

1. Redes sociais para viralizar canções

Acredite, até mesmo um grande nome como Alok surfou na onda do TikTok. A nova forma de divulgação de música permitiu que Liberdade, hit lançado durante a pandemia, viralizasse. O próprio cantor contou em entrevista que a música se popularizou graças a um fã. Tanto que o sucesso veio quase seis meses após seu lançamento.

Assim como outros hits da plataforma, um trend com coreografia fez que o consumo da mesma aumentasse mais de 1.585%. Pense no poder disso, de divulgar músicas na rede. Ainda mais porque não foi preciso que o brasileiro pensasse em uma grande ação de marketing. Foi tudo orgânico.

Depois dele, vários cantores e cantoras de todos os tamanhos começaram a pensar em canções baseadas na rede. Até mesmo gigantes como Doja Cat aproveitaram do engajamento e das dancinhas para viralizar.

Paralelamente, vale lembrar que, quando foi lançado, o TikTok era, justamente, uma rede social de música. O antigo musical.ly permitia que o usuário criasse seus próprios clipes e divulgasse para os amigos.

2. Plataformas de streaming para democratizar as músicas

Pense, no passado, como era difícil ter acesso a determinados lançamentos. Nos anos 2000, por exemplo, dependíamos dos vendedores de CDs para conhecer as novidades. Para quem morava no interior, era ainda mais delicado, posto que os grandes sucessos demoravam meses para chegar.

Enquanto isso, hoje, com apenas um clique, vemos tudo o que foi lançado. As plataformas de streaming democratizaram o acesso a música e permitiram que cantores de todos os tamanhos dividissem o espaço. Isso sem falar na praticidade de ouvir música.

Inclusive, nós, do Palco, temos o nosso próprio streaming que permite que atores independentes divulguem suas músicas. Neste sentido, principalmente para quem está começando, torna-se mais fácil entrar no universo da música.

3. Lives alcançam públicos de diferentes idades e localizações

As lives já eram famosas antes da pandemia. No entanto, foi durante o isolamento social que vimos o poder delas para trazer visibilidade para artistas de todos os tipos. Isso porque, além de não ser preciso muita coisa para fazer uma transmissão ao vivo, permite alcançar públicos das mais variadas regiões.

Talvez neste momento você esteja se perguntando sobre a parte financeira. Mais especificamente, como ganhar dinheiro na plataforma, visto que a monetização costuma ser um pouco abaixo do esperado. A verdade é que existem diferentes métodos. Desde parcerias ao formato de live shopping, possibilidades não faltam.

4. Uso de novas tecnologias em shows e na própria divulgação

Da mesma forma que existem diferentes tipos de live, existem, também, tecnologias variadas. Um case de sucesso dos dias atuais foi o show da Ariana Grande no metaverso. Direto do Fortnite, a cantora fez um show que entrou para a história e mobilizou tanto quem jogava, como que não.

Depois dela, outros nomes também tentaram fazer o mesmo. Embora não tenha tido a mesma visibilidade, de certo, mostra um novo olhar sobre a divulgação de música. Ainda mais se considerarmos que traz uma nova proposta de show e de uso das tecnologias.

Emicida, Foo Fighters, Justin Bieber… os nomes são variados. Teve, até mesmo, festival de música eletrônica nessa nova realidade.

O que mudou na forma de divulgar música

Por fim, a divulgação de música mudou. Ora em um sentido de mais possibilidades, como visto anteriormente, ora de acessibilidade. Principalmente para quem está começando, aumentaram as formas de divulgação e, como consequência, as chances de viralizar. Não é mais necessário ter uma grande produtora para dar certo. Em paralelo, artistas independentes têm um espaço ainda mais propício para desenvolver sua carreira e conquistar mercado. Para isso, basta entender um pouco mais das novas tecnologias e compreender o seu momento. Inclusive, caso queira saber, recomendamos a leitura de um artigo que fizemos sobre Tendências Musicais de 2022.

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Vimos anteriormente como surgiram novas formas de fazer divulgação de música. Do TikTok ao metaverso, possibilidades não faltam para artistas de todos os tamanhos. Para cantores independentes, mostra-se como uma chance de ter visibilidade sem grandes investimentos e/ou uma vasta rede de networking.

E aí, gostou do conteúdo? Compartilhe nas redes sociais! Inclusive, queremos deixar mais um convite. Caso queira conhecer mais dos streamings de música, acesse as nossas playlists e conheça um novo mercado.