Natural de Chapecó (SC), Felipe Arens tem 25 anos de idade e desponta como uma forças na cena da música independente. Multifacetado, além de cantar e de compor, ele toca violão, guitarra e ukulele.

Lançado em 2019, seu disco de estreia foi concebido com o help do produtor e diretor musical Michel Petry. Batizado Maresia, o álbum apresenta 10 faixas, todas autorais, que misturam o que há de melhor nos estilos pop, rock e reggae. No final das contas, a mistura sonora de Felipe entrega um ótimo trabalho que segue a linha do pop good vibes, uma onda que tem sido tendência na música jovem.

Felipe Arens lança trabalho de estreia

Felipe Arens, o cara da positividade (Divulgação)

Para impulsionar a divulgação do trabalho, Arens escolheu os singles Céu Azul, Somos Feitos de Detalhes e Chuva de Prata. As letras dessa trinca de canções é um convite para mergulhar de cabeça nas vibrações de positividade. Dê o play e embarque nessa onda maravilhosa.

Na faixa O Tempo é Rei, Felipe afirma que “enquanto eu canto, a galera me descobre”. “Eu canto reggae, eu canto rock, eu canto samba eu canto pop”, sentencia. Essa alegria e quebração de barreiras culturais são frutos da influência de Bob Marley e Raul Seixas, dois caras que entendiam bem do que são as boas vibrações.

Apesar das boas referências, o trabalho de Felipe Arens soa de maneira inovadora. As canções refletem uma atmosfera de conforto e alto astral. Com todo seu traquejo e carisma, esse talentoso artista catarinense tem a manha de causar no ouvinte a sensação de que cada música é uma conversa entre amigos.

Felipe Arens, música catarinense

Felipe Arens é um sopro de alegria na música brasileira popular (Foto/Divulgação)

Nesta era de “muita festa, muita coisa, muito tudo” e nos tempos em que “tudo é o ao mesmo tempo agora”, o trabalho de Felipe é uma tocha impagável para aquecer e acalmar os corações aflitos e inseguros. E sabe o que é melhor? Arens não imita ninguém! Esse reggae maneiro que ele faz, inclusive, é menos comum do que deveria na cenário artístico nacional. A novíssima música brasileira precisa respirar essa autenticidade!