Na reta final de 2018, mais precisamente em novembro, o reggae entrou para a lista de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Mundialmente popularizado por Bob Marley, Peter Tosh, Jimmy Cliff, entre outros, o estilo de música difundido na Jamaica finalmente teve seu devido reconhecimento por parte da UNESCO.

Mick Jagger recebeu as bençãos de Marley e Tosh, xamãs do reggae (Foto/Internet)

Felizmente, as boas vibes do reggae atravessaram a Linha do Equador e reverberaram pros lados de cá. Por isso, nada mais justo do que indicarmos 3 artistas que honram as cores da bandeira regueira na novíssima música brasileira.

1. Youtaka – o poeta versátil

O reggae do paulistano Youtaka tem fortes influências de mpb, pop forró e rap. As letras possuem uma simplicidade, suavidade e poesia.

Youtaka faz o verdadeiro reggae maneiro (Foto/Divulgação)

Guardião do fundamento da versatilidade, o artista aborda os mais variados temas em suas letras. Com maestria incomum, Youtaka canta sobre amor, política  e conscientização social.

2. Raiz Forte Reggae – tradições honradas

Os mineiros da banda Raiz Forte Reggae são a prova de que é possível fazer reggae longe da praia! Brincadeiras à parte, o quarteto sabe como honrar os fundamentos cravados em seu nome artístico.

Mineiros, maneiros e regueiros (Foto/Facebook)

Logo no título, o disco “Metrópoles em Chamas” (2017) já deixa clara a intenção do quarteto: apostar em letras de cunho social, protesto e conscientização. Mais raiz? Impossível!

3. Magrão Lion – o alquimista sonoro

Egresso da banda Os Kmaradas, vencedora de uma das edições do Festival Fico, Magrão Lion ficou longe da música entre os anos de 2008 e 2017. Durante seu exílio pessoal, o artista aproveitou bem o tempo e soube como aprimorar o próprio talento.

Artista faz reggae com pitadas de rock (Foto : Andre Nogueira/Facebook)

Com o ótimo EP “#vamoalem” (2017), o artista voltou em grande estilo. A sonoridade mescla reggae com o que há de melhor no pop rock brasileiro.