Já reparou que tá rolando uma movimentação top na novíssima música brasileira? De uns tempos pra cá, os artistas estão se adaptado, buscado mesclar e realmente pensando fora da caixa.

Felizmente, tenho contato com essas músicas maravilhosas diariamente. E sabe o que é mais top? É o fato de que no texto de hoje, vou te aplicar três artistas que só fazem enobrecer o cenário artístico nacional.

Tá na curiosidade para saber do que tô falando? Então, ajuste seus fones de ouvido e mergulhe na arte dessa turma tão inovadora.

Martan

Capa do novo EP da banda Martan, , O Espelho na Tela

O Espelho na Tela (Divulgação)

Atualmente escalada por Samuel Martan (voz/guitarra), Marlon Hack (teclados), Eduardo Albano (baixo), Willian Martins (bateria) e Bruno Marques (guitarra), a banda Martan está na estrada desde 2015. Com bastante referência no pop rock nacional e no rock britânico, os caras entregam músicas que falam de amor, desenvolvimento humano e sobre as relações.

Bastante produtiva, a banda já lançou os EPs Martan Ao Vivo (2017), Despedida (2018) e O Espelho na Tela (2019). É muito interessante observar o quão o material autoral do quarteto é nivelado pra cima. Ao longo das faixas, a Martan sempre entrega canções bem arquitetadas, recheadas com letras bem amarradas e emolduradas por timbres ousados.

Enversos

Formada por Paige Willians (voz), Gustavo Ribeiro (violão/voz), Davi Knispel (baixo), Thiago Alves (bateria), J Morais (guitarra) e Luiz Heitor (percussão), a banda Enversos é um dos nomes mais diferenciados da sempre rica cena musical que vem de Minas Gerais. O som mistura ritmos nordestinos, música mineira, samba e as contemporâneas batidas eletrônicas.

Enversos é nome interessante da cena autoral mineira

Enversos é um dos expoentes da cena autoral mineira   (Foto/Divulgação)

Em 2019 o sexteto lançou o EP Da Margem Ao Centro. Com seis faixas autorais [apenas quatro delas estão no Palco MP3 do grupo], a obra aposta em letras que incentivam autocrítica, questionamentos sociais e colocam os indivíduos cretinos e hipócritas em seus devidos lugares.

Estamos falando de vida inteligente na música brasileira, ou seja, as canções são para dançar com o corpo e com a mente. Dê o play e sinta um pouco dessa energia.

Júlia Ribeiro

Júlia Ribeiro é baiana de berço, mas brasiliense por opção

Júlia Ribeiro (Foto/Divulgação)

Brasília é celeiro do rock, do hip hop e também do novo pop brasileiro. Baiana de berço, mas brasiliense radicada, Júlia Ribeiro é uma artista que coloca o pop feito na capital federal em evidência no cenário da novíssima música brasileira.

Ela canta, toca violão e escreve suas próprias canções. Bebendo nas fontes dos gênios da MPB, Júlia cria músicas que são inteligentes e de fácil assimilação. Com sua voz grave, a artista emana doses de positividade que saem direto do coração dela para o do ouvinte, simples assim, sem letras complicadas ou arranjos cheios de firulas.

Em 2018 ele lançou o EP Alpha. Incansável e inquieta por natureza, como todo bom artista deve ser, em 2019 ela lançou os singles Cais e Tudo Vai Mudar.

E aí? Curtiu esses sons? Eu fico arrepiado todo vez que ouço, sério mesmo! Infelizmente, não tem como listar todo mundo num mesmo post. Porém, outros textos já estão a caminho.

E já que música boa precisa ser ouvida por todos, conto com seu help para espalhar esses talentos. É bem simples: basta compartilhar o link desta matéria aí nas suas redes sociais e nos grupos de WhatsApp 😉